Recebi esse e-mail do Silvio Renato Rangel Silveira, através da lista de discussão sobre genealogia...
Bem interessante, vou pesquisar mais a respeito.
"Cara Lígia,
No período de 1930 a 1932 vieram para o Brasil os menonitas, que
fugiram da Rússia, passando antes alguns meses na Alemanha antes de vir
para o Brasil. Consta que vieram com apoio do Governo Alemão, da Cruz
Vermelha GErmânica e com apoio dos menonitas holandeses. Eles chegaram
no Rio de Janeiro, na Ilha das Flores, vieram de navio para ITAJAÍ/SC,
e depois foram para Blumenau.
Não sei se o período corresponde ao ano em que seu ancestral teria
vindo ao Brasil da Alemanha. Mas talvez valha uma pesquisa se ele não
acompanhou este imigrantes.
Silvio Renato Rangel Silveira"
Também me avisaram que eles fundaram a cidade de Witmarsun em Santa Catarina.
18 de nov. de 2008
3 de nov. de 2008
Atendimento a Distância - Arquivo Nacional
Bem, estou usando o serviço de atendimento a distância do Arquivo Nacional. Enviei lá pelo dia 25 ou 26 a solicitação. E recebi a resposta dia 28/10.
Estava achando estranho não ter tido nenhuma confirmação, sei lá se tinha funcionado o formulário.
AH, isso, preenchi o formulário do site para solicitar a pesquisa. Tem que mandar bem certinho os dados do documento: datas, nomes e variações de nomes.
Bem, o e-mail que recebi parece ser uma resposta automática. Diz que á preciso estar ciente que a resposta não é imediata. Eles vão cadastrar minha solicitação, e fazer a pesquisa para ver se possuem os documentos que solicitei. Ao achar o documento eles enviam um e-mail com a confirmação e o orçamento da reprodução.
Aí eu pago e eles enviam por correio. Parece bem simples.
A única coisa chata é que eu li todo o site do Arquivo Nacional, e fiquei com umas dúvidas, aí fiz uma pergunta pelo e-mail. Me responderam exatamente o q estava no site, ou seja, continuei sem entender. Isso já aconteceu em outros órgãos do tipo. Um saco! Mas tudo bem...
Aguardem novas informações sobre a espera por um retorno...
e cruzem os dedos para que eles tenham os documentos que preciso.
Estava achando estranho não ter tido nenhuma confirmação, sei lá se tinha funcionado o formulário.
AH, isso, preenchi o formulário do site para solicitar a pesquisa. Tem que mandar bem certinho os dados do documento: datas, nomes e variações de nomes.
Bem, o e-mail que recebi parece ser uma resposta automática. Diz que á preciso estar ciente que a resposta não é imediata. Eles vão cadastrar minha solicitação, e fazer a pesquisa para ver se possuem os documentos que solicitei. Ao achar o documento eles enviam um e-mail com a confirmação e o orçamento da reprodução.
Aí eu pago e eles enviam por correio. Parece bem simples.
A única coisa chata é que eu li todo o site do Arquivo Nacional, e fiquei com umas dúvidas, aí fiz uma pergunta pelo e-mail. Me responderam exatamente o q estava no site, ou seja, continuei sem entender. Isso já aconteceu em outros órgãos do tipo. Um saco! Mas tudo bem...
Aguardem novas informações sobre a espera por um retorno...
e cruzem os dedos para que eles tenham os documentos que preciso.
31 de out. de 2008
Midia social a serviço da genealogia
Bem, como não sabia nada sobre minha família, usei muito as redes sociais.
Comecei pelo Orkut, digitando meu sobrenome no campo de busca e mandando uma mensagem para as pessoas com o mesmo sobrenome sobre quem elas eram, etc. Embora alguns não tenham me respondido até hoje, outros foram bem interessantes, e estamos conversando sobre o processo.
O problema é que no orkut só tem brasileiro. Então é preciso usar outras redes para tentar descobrir pessoas de outros lugares. Da Alemanha por exemplo. Ah, tem um detalhe, meu sobrenome não é muito comum, então fica mais fácil, aparecem só 1/2 dúzia de perfis com o mesmo sobrenome. Agora se seu sobrenome é Schneideer, isso será um pouco inviável.
Bem, também entrei no Facebook, é uma rede social tipo orkut, mas não tão difundida no Brasil e muito usada em outros países. Assim consegui encontrar pessoas com o mesmo sobrenome que o meu no Canadá, na Alemanha e nos Estados Unidos. Foi bem interessante, troco várias mensagens com essas pessoas.
Há inclusive bastante pessoas com o meu sobrenome na Rússia, foram imigrantes que saíram da Alemanha e foram para lá. Até especulei que meu bisavô queria fugir para a Rússia também, mas embarcou no navio errado... mas é só imaginação, não sei nada a respeito.
Com algumas pessoas ainda converso e várias foram bem acessíveis, me deram algumas informações e contatos. Outras, como eu, não sabiam nada.
Bem, por enquanto foram só essas as redes que entrei que são úteis para se descobrir pessoas ou parentes de longe. Qualquer outra fonte posto aqui.
Obs: Não esqueça de falar em Inglês, se não você vai receber uma tremenda Interrogação como resposta? HEIN????
Ah, entrei em contato com uam pessoa em Inglês, dizendo que eu era brasileira e ela me respondeu em espanhol :) Tem isso também...mas é bem engraçado.
Comecei pelo Orkut, digitando meu sobrenome no campo de busca e mandando uma mensagem para as pessoas com o mesmo sobrenome sobre quem elas eram, etc. Embora alguns não tenham me respondido até hoje, outros foram bem interessantes, e estamos conversando sobre o processo.
O problema é que no orkut só tem brasileiro. Então é preciso usar outras redes para tentar descobrir pessoas de outros lugares. Da Alemanha por exemplo. Ah, tem um detalhe, meu sobrenome não é muito comum, então fica mais fácil, aparecem só 1/2 dúzia de perfis com o mesmo sobrenome. Agora se seu sobrenome é Schneideer, isso será um pouco inviável.
Bem, também entrei no Facebook, é uma rede social tipo orkut, mas não tão difundida no Brasil e muito usada em outros países. Assim consegui encontrar pessoas com o mesmo sobrenome que o meu no Canadá, na Alemanha e nos Estados Unidos. Foi bem interessante, troco várias mensagens com essas pessoas.
Há inclusive bastante pessoas com o meu sobrenome na Rússia, foram imigrantes que saíram da Alemanha e foram para lá. Até especulei que meu bisavô queria fugir para a Rússia também, mas embarcou no navio errado... mas é só imaginação, não sei nada a respeito.
Com algumas pessoas ainda converso e várias foram bem acessíveis, me deram algumas informações e contatos. Outras, como eu, não sabiam nada.
Bem, por enquanto foram só essas as redes que entrei que são úteis para se descobrir pessoas ou parentes de longe. Qualquer outra fonte posto aqui.
Obs: Não esqueça de falar em Inglês, se não você vai receber uma tremenda Interrogação como resposta? HEIN????
Ah, entrei em contato com uam pessoa em Inglês, dizendo que eu era brasileira e ela me respondeu em espanhol :) Tem isso também...mas é bem engraçado.
28 de out. de 2008
Family Search.org
Bem, achei neste site: FamilySearch um esquema de pesquisar genealogia. É um cadastro da Igrejas de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ou Mormons como também são conhecidos.
Eles tem a maior biblioteca genealógica do mundo em Salt Lake City, Utah, US. Nesta biblioteca se encontra registros de nascimento, óbito e casamento e a consulta é aberta ao público e gratuita. o www.familysearch.org é o banco de dados deles.
A Info também divulgou o lançamento do serviço.
A explicação por esse trabalho tão forte em genealogia tem cunho religioso (óbvio), a crença é de que os mortos devem ser batizados para serem salvos e isso pode ser feito através de algum descendente vivo. É semelhante à "comunhão dos santos" dos católicos, porém esta é menos metódica, não exigindo todo o trabalho de pesquisa. Não vou falar mais sobre isso pois não dá para falar do que não se conhece, mas tem um texto interessante publicado pelo Rubem Queiroz Cobra. Está bem no fim da página. O texto fala que os arquivos genealógicos são tão importantes que ficam guardados em um espaço blindado que resiste até a ataques nucleares. Para ver a importância do material!
Bem, não consegui encontrar o que me interessava no site da FamilySearch, mas tem bastante material. Vale a pena pesquisar.
Eles tem a maior biblioteca genealógica do mundo em Salt Lake City, Utah, US. Nesta biblioteca se encontra registros de nascimento, óbito e casamento e a consulta é aberta ao público e gratuita. o www.familysearch.org é o banco de dados deles.
A Info também divulgou o lançamento do serviço.
A explicação por esse trabalho tão forte em genealogia tem cunho religioso (óbvio), a crença é de que os mortos devem ser batizados para serem salvos e isso pode ser feito através de algum descendente vivo. É semelhante à "comunhão dos santos" dos católicos, porém esta é menos metódica, não exigindo todo o trabalho de pesquisa. Não vou falar mais sobre isso pois não dá para falar do que não se conhece, mas tem um texto interessante publicado pelo Rubem Queiroz Cobra. Está bem no fim da página. O texto fala que os arquivos genealógicos são tão importantes que ficam guardados em um espaço blindado que resiste até a ataques nucleares. Para ver a importância do material!
Bem, não consegui encontrar o que me interessava no site da FamilySearch, mas tem bastante material. Vale a pena pesquisar.
Projeto Imigrantes
O site Projeto Imigrantes oferece um serviço de pesquisa por sobrenome que oferece até 15 itens sobre os integrantes do sobrenome. Custa R$50,00 a lista dá para pesquisar somente se existem as informações no banco de dados deles.
Fiz uma consulta, vou ver o resultado.
Eles também oferecem o Histórico do Sobrenome e Brasões de Famílias, mas isso não é muito interessante para o processo de cidadania, é mais por curiosidade, é um pouco carinho o serviço inclusive.
Neste link eles dão orientação ao processo de cidadania. As vantagesn citadas para quem obtém a dupla cidadania é a possibilidade de morar na comunidade Européia, facilidade nos check-in, e transitar livremente pelos países Europeus e trabalhar legalmente lá. O que é muito interessante.
Um pouco de história, fiz um resumo, mas vale a pena ler o texto na íntegra no link.
A colonização por imigrantes começou com a abertura dos Portos em 1808 e com a independência do Brasil em... (Você lembra dessa data?) 1822.
Os primeiros imigrantes (fora os negros cuja história e propósito infelizmente foi bem diferente) eram Alemães e vieram para o Rio Grande do Sul, por volta de 1824. O governo ofereceu a eles lotes de terra, para que construissem as colônias. Os Italianos chegaram por volta de 1870 no Rio Grande do Sul e na Itália. Em 1880 teve uma grande leva de imigração por diversos motivos.
A imigração em massa foi adotada para substituir o trabalho escravo, desta forma o governo ao invés de oferecer lotes de terra passou a trazer as pessaos para trabalhar. No Brasil estíma-se que 4,5 milhões de pessoas imigraram entre 1882 e 1934 (dentre eles o meu bisavô, como vou achar o nome dele no meio de todos esses (medo)). Um dos portos de entrada era o Porto de Santos, em São Paulo.
os imigrantes Alemães que vieram devido ao Programa de Imigração do Governo para o Rio Grande do Sul (por volta de 1824) chegaram no porto do RS, visto que vieram de barco até São Leopoldo onde iniciou a colonização Alemã. Porém os imigrantes que vieram mais tarde podem ter chegado por Santos, visto que em 1900 já havia transporte ferroviário. Não sei bem certo essa história, mas foi o que me explicaram no Museu Histórico.
Para saber mais sobre imigração Alemã no RS:
A colonização (Uma Alemoa gorda e simpática) chegou em 1924, em São Leopoldo, Rio Grande do Sul, pelo Rio dos Sinos, região conhecida hoje por Vale do Rio dos Sinos, que fica a 30minutos de Porto Alegre.
Durante todo o processo chegaram em torno de 250mil imigrantes (não todos juntos, um pouquinho por ano né, só tinha mato na região). A maior intensidade foi em 1920.
As colônias principais e que mais se desenvolveram foram: Blumenau, Joinville e Brusque (Santa Catarina) e São Leopoldo, Novo Hamburgo e Ijuí (Rio Grande do Sul).
Bem, essas informações foram tirados do site Projeto Imigrantes, consultem para ver o texto na íntegra, principalmente se estão buscando os documentos, para conseguir encaixar o "seu imigrante" no período histórico e saber o que ele veio fazer aqui!
Bem, foi isso que encontrei neste site. Vou ver se me dão os retornos sobre as listas do meu sobrenome. Depois publico uma avaliação.
Fiz uma consulta, vou ver o resultado.
Eles também oferecem o Histórico do Sobrenome e Brasões de Famílias, mas isso não é muito interessante para o processo de cidadania, é mais por curiosidade, é um pouco carinho o serviço inclusive.
Neste link eles dão orientação ao processo de cidadania. As vantagesn citadas para quem obtém a dupla cidadania é a possibilidade de morar na comunidade Européia, facilidade nos check-in, e transitar livremente pelos países Europeus e trabalhar legalmente lá. O que é muito interessante.
Um pouco de história, fiz um resumo, mas vale a pena ler o texto na íntegra no link.
A colonização por imigrantes começou com a abertura dos Portos em 1808 e com a independência do Brasil em... (Você lembra dessa data?) 1822.
Os primeiros imigrantes (fora os negros cuja história e propósito infelizmente foi bem diferente) eram Alemães e vieram para o Rio Grande do Sul, por volta de 1824. O governo ofereceu a eles lotes de terra, para que construissem as colônias. Os Italianos chegaram por volta de 1870 no Rio Grande do Sul e na Itália. Em 1880 teve uma grande leva de imigração por diversos motivos.
A imigração em massa foi adotada para substituir o trabalho escravo, desta forma o governo ao invés de oferecer lotes de terra passou a trazer as pessaos para trabalhar. No Brasil estíma-se que 4,5 milhões de pessoas imigraram entre 1882 e 1934 (dentre eles o meu bisavô, como vou achar o nome dele no meio de todos esses (medo)). Um dos portos de entrada era o Porto de Santos, em São Paulo.
os imigrantes Alemães que vieram devido ao Programa de Imigração do Governo para o Rio Grande do Sul (por volta de 1824) chegaram no porto do RS, visto que vieram de barco até São Leopoldo onde iniciou a colonização Alemã. Porém os imigrantes que vieram mais tarde podem ter chegado por Santos, visto que em 1900 já havia transporte ferroviário. Não sei bem certo essa história, mas foi o que me explicaram no Museu Histórico.
Para saber mais sobre imigração Alemã no RS:
A colonização (Uma Alemoa gorda e simpática) chegou em 1924, em São Leopoldo, Rio Grande do Sul, pelo Rio dos Sinos, região conhecida hoje por Vale do Rio dos Sinos, que fica a 30minutos de Porto Alegre.
Durante todo o processo chegaram em torno de 250mil imigrantes (não todos juntos, um pouquinho por ano né, só tinha mato na região). A maior intensidade foi em 1920.
As colônias principais e que mais se desenvolveram foram: Blumenau, Joinville e Brusque (Santa Catarina) e São Leopoldo, Novo Hamburgo e Ijuí (Rio Grande do Sul).
Bem, essas informações foram tirados do site Projeto Imigrantes, consultem para ver o texto na íntegra, principalmente se estão buscando os documentos, para conseguir encaixar o "seu imigrante" no período histórico e saber o que ele veio fazer aqui!
Bem, foi isso que encontrei neste site. Vou ver se me dão os retornos sobre as listas do meu sobrenome. Depois publico uma avaliação.
Lista de desembarque
Lista de desembarque é um dos documentos necessários para encaminhar o processo de cidadania.
Nunca vi uma :(
Mas é a relação de nome dos passageiros dos navios que vieram para o Brasil (ou para qualquer outro lugar).
São organizaddas por dia, mês e ano. Nelas você vai encontrar o nome do imigrante (os passageiros são ordenados por ordem de chegada), pode constar também a nacionalidade e a naturalidade em alguns raros casos.
Você encontra esses documentos no Arquivo Nacional, do Rio de Janeiro (já fiz um post sobre isso).
Para solicitar você precisa saber:
- Nome completo do estrangeiro;
- Dia, mês, ano do desembarque ou o mês, ano e nome do vapor,
- porto em que ocorreu o desembarque.
E só, viu que fácil, não precisa nem foto colorida do pessoal desembarcando :)
A barbada é que tem um monte de listas na internet. Bem, é barbada para alguns, os imigrantes, principalmente Alemães que vieram no rograma de imigração do Governo Brasileiro, que é o pessoal que vei para o Rio Grande do Sul, mais precisamente São Leopoldo (minha cidade) em 1824 tem essas listas bem documentadas, mesmo porque essas pessoas receberam os lotes de terra do governo é bem mais fácil de localizar.
Já no meu caso que meu bisavô veio na cara e na coragem, está sendo difícil de achar seu nome nas listas. Mas vamos lá né, em algum navio ele deve ter embarcado, ele a mulher e algumas crianças que não foram poucas. Imaginem a confusão.
Pesquisem no Google pelo sobrenome, e palavras chaves como lista de desembarque, lista de passageiros, imigração alemã. Certamente virá um monte de páginas com as listas, aí é só pegar o local, a data e pedir o documento ao Arquivo Nacional.
Não tenho como postar as listas, mas a relação do pessoal que veio em 1824 certamente já está na rede. Será mais difícil se o "seu imigrante" não for desta época.
Ainda não tenho a que eu preciso, quando conseguir dou mais detalhes.
Nunca vi uma :(
Mas é a relação de nome dos passageiros dos navios que vieram para o Brasil (ou para qualquer outro lugar).
São organizaddas por dia, mês e ano. Nelas você vai encontrar o nome do imigrante (os passageiros são ordenados por ordem de chegada), pode constar também a nacionalidade e a naturalidade em alguns raros casos.
Você encontra esses documentos no Arquivo Nacional, do Rio de Janeiro (já fiz um post sobre isso).
Para solicitar você precisa saber:
- Nome completo do estrangeiro;
- Dia, mês, ano do desembarque ou o mês, ano e nome do vapor,
- porto em que ocorreu o desembarque.
E só, viu que fácil, não precisa nem foto colorida do pessoal desembarcando :)
A barbada é que tem um monte de listas na internet. Bem, é barbada para alguns, os imigrantes, principalmente Alemães que vieram no rograma de imigração do Governo Brasileiro, que é o pessoal que vei para o Rio Grande do Sul, mais precisamente São Leopoldo (minha cidade) em 1824 tem essas listas bem documentadas, mesmo porque essas pessoas receberam os lotes de terra do governo é bem mais fácil de localizar.
Já no meu caso que meu bisavô veio na cara e na coragem, está sendo difícil de achar seu nome nas listas. Mas vamos lá né, em algum navio ele deve ter embarcado, ele a mulher e algumas crianças que não foram poucas. Imaginem a confusão.
Pesquisem no Google pelo sobrenome, e palavras chaves como lista de desembarque, lista de passageiros, imigração alemã. Certamente virá um monte de páginas com as listas, aí é só pegar o local, a data e pedir o documento ao Arquivo Nacional.
Não tenho como postar as listas, mas a relação do pessoal que veio em 1824 certamente já está na rede. Será mais difícil se o "seu imigrante" não for desta época.
Ainda não tenho a que eu preciso, quando conseguir dou mais detalhes.
Onde conseguir documentos: Arquivo Nacional
O Arquivo Nacional fica no Rio de Janeiro, mas eles tem um sistema de busca on line.
Os serviços que eles prestam são:
- Emissão de certidões: onde eles retiram as informações contidas na certidão em forma de extrato;
- Transcrição Paleográfica: onde eles fazem a transcrição exata dos documentos com uma equipe especializada;
- Reprodução do acervo;
- Consulta aos acervos dos órgãos dos governos militares;
- Atendimento Presencial em Brasília;
- Atendimento presencial no Rio De Janeiro;
e, por fim,
- Atendimento a distância: que foi o que usei.
Os documentos que você pode encontrar pela pesquisa virtual:
- Listas de desembarque
- Carteira de identidade de estrangeiro
- Processos de naturalização
O que você precisa para solicitar os documentos:
Lista de desembarque:
Nome completo do estrangeiro, o dia, mês, ano do desembarque ou o mês, ano e nome
do vapor, bem como o porto em que ocorreu o desembarque
Carteira de Identidade de Estrangeiro
Nome completo do estrangeiro, a filiação e a cidade / estado em que o estrangeiro fez o registro no Brasil.
Processos de naturalização
Nome completo do estrangeiro, filiação, e, se possível, o ano do nascimento e do óbito.
O Arquivo Nacional não emite a negativa de naturalização, apenas localiza se há o processo. Os estrangeiros não eram obrigados a se naturalizarem, mas para o processo de cidadania é necessária a Negativa de Naturalização que se consegue no Ministério da Justiça.
O contato da Coordenação de Atendimento a Distância do Arquivo Nacional é:
Praça da República, 173 - Centro - RJ CEP 20211-350
Tel. (21) 2179-1257 Fax (21) 2179-1304
E-mail: consultas@arquivonacional.gov.br
Vou fazer minha solicitação agora, depois conto como foi o atendimento.
Os serviços que eles prestam são:
- Emissão de certidões: onde eles retiram as informações contidas na certidão em forma de extrato;
- Transcrição Paleográfica: onde eles fazem a transcrição exata dos documentos com uma equipe especializada;
- Reprodução do acervo;
- Consulta aos acervos dos órgãos dos governos militares;
- Atendimento Presencial em Brasília;
- Atendimento presencial no Rio De Janeiro;
e, por fim,
- Atendimento a distância: que foi o que usei.
Os documentos que você pode encontrar pela pesquisa virtual:
- Listas de desembarque
- Carteira de identidade de estrangeiro
- Processos de naturalização
O que você precisa para solicitar os documentos:
Lista de desembarque:
Nome completo do estrangeiro, o dia, mês, ano do desembarque ou o mês, ano e nome
do vapor, bem como o porto em que ocorreu o desembarque
Carteira de Identidade de Estrangeiro
Nome completo do estrangeiro, a filiação e a cidade / estado em que o estrangeiro fez o registro no Brasil.
Processos de naturalização
Nome completo do estrangeiro, filiação, e, se possível, o ano do nascimento e do óbito.
O Arquivo Nacional não emite a negativa de naturalização, apenas localiza se há o processo. Os estrangeiros não eram obrigados a se naturalizarem, mas para o processo de cidadania é necessária a Negativa de Naturalização que se consegue no Ministério da Justiça.
O contato da Coordenação de Atendimento a Distância do Arquivo Nacional é:
Praça da República, 173 - Centro - RJ CEP 20211-350
Tel. (21) 2179-1257 Fax (21) 2179-1304
E-mail: consultas@arquivonacional.gov.br
Vou fazer minha solicitação agora, depois conto como foi o atendimento.
Minha história no Arquivo público
Depois de localizar alguns dos documentos em cartórios, fui ao Arquivo Público para ver se encontrava os que faltavam. Aproveitei para ver se existia no acervo os documentos que eu já havia encontrado, pois aí já fazia uma cópia simples, pois estou primeiro coletando as informações para ver se posso fazer a solicitação para depois ver certinho os documentos.
Então, numa semana enviei um e-mail com as datas certas de dois dos eventos e selecionando alguns livros de registro de óbito para pesquisar. Isso com uma semana de antecedência. É óbvio que no dia quase esqueci que tinha feito a reserva. Mas aos 45min do segundo tempo lembrei, e liguei para lá para garantir que que eles tinham separado os livros (visto que em uma semana as coisas mudam, e e-mails as vezes não funcionam). Mas me deram o ok que estava tudo separado.
Cheguei lá e perguntei como funcionava: Temos que deixar a bolsa nos armários e daí temos acesso à sala de pesquisa. Fui lá eu, bem sozinha, localizei meu nome e a pilha de livros que me dizia respeito. Esqueci de comentar, para um dos documentos eu não tinha a data, só o nome, neste caso fiz uma estimativa de quando o fato podia ter acontecido, o que me deu um intervalo de 10 anos. Logo, cheguei lá e havia uma pilhona de livros. Isso realmente me assustou.
Peguei o primeiro e comecei a folhear, página por página. Não achei nada, peguei o segundo... o terceiro... e nada.
Aí começou a doer o pescoço, e dar um certo pânico, principalmente porque lembrei da Lei de Murphy, e vi que aquele era apenas o terceiro livro...
Mas fui folheando, comecei nos mais recentes que eram digitados, quer dizer, datilografados (para ver como o mundo muda) e fui indo, vi que não era muito demorado embora eu tivesse muitos livros para ver.
Bem, acho q depois de uns 8 livros achei uma das certidões que eu queria. Foi bem interessante pois já estava desanimando, pensando que teria que voltar outro dia, que seria impossível, aí olho, e lá estava ela, no meio de um monte de ácaros, a certidão do meu Bisavô.
Depois precisava achar a da minha bisavó, esta eu tinha a data, mas o pessoal do arquivo não localizou pois ela estava com nome diferente. Isso é um problema, esses registros geralmente tem nomes diferentes, por exemplo, minha avó tem três nome, um em cada documento, em uma é Maria Paulina, noutro é Paula, e em um terceiro, Paulina. Fica complicado né?
O óbito dela foi em 1929, e a certidão foi preenchida manualmente, horrível de ler.
Aí, encontrei o documento e pedi para eles providenciarem a cópia, no dia seguinte pude ir buscar. Facinho, facinho, e nem lembrava mais do pânico daquela pilha de livros cheios de ácaros.
Mais detalhes sobre o Arquivo Público no post: Onde conseguir documentos: Arquivo Público
Então, numa semana enviei um e-mail com as datas certas de dois dos eventos e selecionando alguns livros de registro de óbito para pesquisar. Isso com uma semana de antecedência. É óbvio que no dia quase esqueci que tinha feito a reserva. Mas aos 45min do segundo tempo lembrei, e liguei para lá para garantir que que eles tinham separado os livros (visto que em uma semana as coisas mudam, e e-mails as vezes não funcionam). Mas me deram o ok que estava tudo separado.
Cheguei lá e perguntei como funcionava: Temos que deixar a bolsa nos armários e daí temos acesso à sala de pesquisa. Fui lá eu, bem sozinha, localizei meu nome e a pilha de livros que me dizia respeito. Esqueci de comentar, para um dos documentos eu não tinha a data, só o nome, neste caso fiz uma estimativa de quando o fato podia ter acontecido, o que me deu um intervalo de 10 anos. Logo, cheguei lá e havia uma pilhona de livros. Isso realmente me assustou.
Peguei o primeiro e comecei a folhear, página por página. Não achei nada, peguei o segundo... o terceiro... e nada.
Aí começou a doer o pescoço, e dar um certo pânico, principalmente porque lembrei da Lei de Murphy, e vi que aquele era apenas o terceiro livro...
Mas fui folheando, comecei nos mais recentes que eram digitados, quer dizer, datilografados (para ver como o mundo muda) e fui indo, vi que não era muito demorado embora eu tivesse muitos livros para ver.
Bem, acho q depois de uns 8 livros achei uma das certidões que eu queria. Foi bem interessante pois já estava desanimando, pensando que teria que voltar outro dia, que seria impossível, aí olho, e lá estava ela, no meio de um monte de ácaros, a certidão do meu Bisavô.
Depois precisava achar a da minha bisavó, esta eu tinha a data, mas o pessoal do arquivo não localizou pois ela estava com nome diferente. Isso é um problema, esses registros geralmente tem nomes diferentes, por exemplo, minha avó tem três nome, um em cada documento, em uma é Maria Paulina, noutro é Paula, e em um terceiro, Paulina. Fica complicado né?
O óbito dela foi em 1929, e a certidão foi preenchida manualmente, horrível de ler.
Aí, encontrei o documento e pedi para eles providenciarem a cópia, no dia seguinte pude ir buscar. Facinho, facinho, e nem lembrava mais do pânico daquela pilha de livros cheios de ácaros.
Mais detalhes sobre o Arquivo Público no post: Onde conseguir documentos: Arquivo Público
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